A questão da Caixa Geral de Depósitos marcou esta manhã o debate quinzenal. Passos Coelho respondeu a Seguro afirmando que "no memorando de entendimento ficou claro que era necessário um novo modelo" para o banco e a Jerónimo dizendo que as declarações do secretário-geral do PCP são “um desvio de análise”.
Jerónimo de Sousa questionou o primeiro-ministro sobre o número de administradores da CGD, perguntando "qual o fundamento de passar de 7 para 11”. Passos Coelho explicou que o governo não aumentou número de administradores executivos e que foi criado um modelo de governação, onde se extingue Conselho Fiscal e se criam postos não-executivos.
"Trata-se de trazer personalidades com experiência da Sociedade Civil para o Conselho de Administração, mas de uma forma não-executiva e exigente", revelou o primeiro-ministro.
Jerónimo de Sousa falou ainda da decisão do governo de cortar "uma grande talhada no subsídio de Natal" e no "aumento brutal do preço dos transportes". Passos disse que o governo não se subjuga à troika, mas que o “respeito pelo memorando é fundamental para que Portugal evite uma ruptura social".




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