Alberto João Jardim vai propor na próxima semana uma revisão da Constituição, no parlamento regional. O presidente do governo regional da Madeira quer proibir o comunismo em Portugal, comparando-o ao fascismo, de acordo com a edição do Diário de Notícias.
A proposta refere que "a democracia não deve tolerar comportamentos e ideologias autoritárias e totalitárias, nem de direita, nem de esquerda" e, sendo que a Constituição portuguesa proíbe o fascismo, Jardim considera que deverá também proibir o comunismo.
Jardim defende que a demodracia não deve tolerar ideologias totalitárias, não apenas à direita mas também à esquerda.
No mesmo documento, citado pelo DN, o governo regional propõe a eliminação do cargo de representante da República e a criação da figura do "presidente da região", com poderes de veto e de convocação de referendos.




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