Passos Coelho reafirmou que, com o corte nos subsídios de Natal para os trabalhadores que recebem acima do salário mínimo nacional, o governo pede “um esforço excepcional que não terá continuidade.”
O primeiro-ministro falou aos jornalistas no final do primeiro debate de discussão do novo programa de governo, apresentado hoje no Parlamento. Passos Coelho disse que o governo “não pediu um esforço permanente e que a medida não terá qualquer consequência nos anos seguintes.”
Passos Coelho declarou que o governo vai fazer “o que é mais transparente e verdadeiro”, assegurando que o novo executivo não pretende “anunciar novas medidas de 3 em 3 meses.”
O primeiro-ministro disse que não sente que desiludiu os portugueses porque falou “com verdade e transparência.”




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