O Governo de Passos Coelho define orientações estratégicas para o banco público.
Tal como definido no programa da troika, o plano do Governo prevê que a CGD venda as suas participações no sector dos seguros e nas áreas não estratégicas, de forma a racionalizar a estrutura do grupo com o objectivo estratégico de concentração nas suas actividades de intermediação financeira.
“Os fundos provenientes destes desinvestimentos deverão ser afectados ao reforço dos rácios de capital da CGD para aumentar a sua capacidade de financiamento às empresas”, lê-se no documento hoje entregue na Assembleia da República.
O banco estatal deverá, segundo o documento, “reorientar significativamente a sua estrutura de crédito para os bens e serviços transaccionáveis e para o apoio às exportações e à internacionalização de empresas portuguesas; desenvolver a actividade de financiamento de projectos de fomento ao serviço da economia para apoio às Pequenas e Médias Empresas, ao empreendedorismo, à inovação e à internacionalização das empresas com elevado potencial de crescimento, das empresas exportadoras e dos sectores estratégicos da nossa economia, nomeadamente a actualização tecnológica dos sectores tradicionais e a promoção dos novos sectores emergentes da economia do conhecimento”.




Rating: 0.0
Actividade em ionline