Centenas de médicos norte-americanos uniram-se contra Ronald McDonald, a mascote do McDonalds, e pediram à cadeia que deixasse de o usar nas campanhas. Numa carta publicada esta quarta-feira em seis jornais norte-americanos, mais de 550 profissionais acusaram Ronald de ter “envenenado” as crianças americanas durante décadas.
Na carta, os médicos escreveram que “é necessária uma resposta à epidemia da obesidade. As mascotes contribuíram significativamente para este problema. Ronald McDonald tem de morrer.”
Os médicos, que pediram ainda que o McDonald's deixe de promover os produtos especialmente direcionados para as crianças, – como o Happy Meal – tiveram também o apoio um grupo religioso que pretendia que a marca discutisse publicamente as "preocupações da opinião pública a respeito da relação entre fast food e obesidade infantil".
Em comunicado, a McDonald's defende-se afirmando que a personagem é uma peça fundamental para as campanhas de solidariedade da marca: “Ronald é um embaixador que dá mensagens importantes às crianças sobre segurança, alfabetização e um estilo de vida activo e equilibrado"
A McDonald's referiu ainda que acredita na “escolha e no processo democrático. Este é um assunto em que os clientes têm o direito de escolher.”




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