Cavaco Silva acaba de marcar as eleições legislativas antecipadas para o próximo dia 5 de Junho.
O presidente ainda ponderou 29 de Maio como data de eleições, mas considerou, depois de consulta aos partidos políticos com assento parlamentar, que "seria um período muito reduzido para a preparação de candidaturas". Nessa mesma consulta, todos os partidos defenderam a dissolução do parlamento. Cavaco aceitou, mas pediu neste seu discurso "um compromisso estratégico alargado de médio prazo". Ou seja, um compromisso que envolva as principais forças políticas, isto numa altura em que o país vive um momento "sem precedentes, com uma crise política, económica e social". Falou ainda dos
Referindo-se à campanha eleitoral, "que deverá ser de verdade e de rigor", o presidente lembrou que "não vivemos tempos de vender ilusões, nem explorar o descontentamento dos portugueses". As propostas "devem ser construtivas e realistas".
Para Cavaco, "não é admissível que os partidos políticos criem um ambiente de crispação que impossibilite o cumprimento das obrigações de Portugal com o exterior".
Falando sobre este período de Governo de gestão, o presidente considerou que o " Governo não está impedido de praticar os actos necessários à condução dos destinos do País, tanto no plano interno, como no plano externo".
Leia o discurso na íntegra aqui.




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