Acabar com os ministérios da Economia, Obras Públicas e Cultura é a principal proposta do CDS para a estrutura do governo. A deputado do CDS, Assunção Cristas, vai propor uma moção sectorial no congresso do partido no fim-de-semana onde vai propor a diminuição do número de ministérios de 16 para 12 e de secretarias de Estado de 38 para 25.
Na proposta da deputada, está previsto uma espécie de súper ministério das Finanças. Para a deputada do CDS, Assunção Cristas, as Finanças devem acumular funções com as Obras Públicas: "As grandes obras públicas já estão feitas, deve haver um período de pousio e esse sinal é dado quando propomos uma secretaria de Estado das Obras Públicas dentro do ministério das Finanças".
Na moção sectorial, o CDS defende ainda que deixe de haver um ministério da Cultura para passar a existir uma secretaria de Estado da Cultura mas na dependência directa do primeiro-ministro.
No que toca à parte económica, os centristas defendem que o ministério da Economia actual deve passar a estar dividido em três outros ministérios. Na prática deixa de existir um ministério da Economia enquanto tal. O CDS propõe que três outros ministérios – "da Agricultura e Mar", "do Turismo, indústria e Inovação" e "do Ambiente, da Energia e do Ordenamento do Território" – tenham competências na área económica.




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